domingo, 7 de junho de 2009

Fígado e Álcool: Quanto podemos beber sem risco?

Sempre que consumimos bebidas alcoólicas, o álcool é absorvido no tubo digestivo e segue directamente para o fígado. O consumo de álcool excessivo pode levar a três tipos de doença: o fígado gordo (esteatose), a hepatite e a cirrose.
O fígado possui a capacidade de metabolizar, isto é, de destruir o álcool. As células do fígado conseguem transformar o álcool em produtos não tóxicos que depois são eliminados. Mas esta capacidade do fígado não é ilimitada.
O fígado pode tolerar uma pequena quantidade de álcool diariamente. Porém, se o consumo for excessivo pode levar à falência de praticamente todos os órgãos: no fígado, pâncreas, coração, alterações sexuais como impotência e a alguns tipos de cancro.
A ingestão de bebidas alcoólicas não está apenas associado a morte por doença. O número de mortes directa ou indirectamente associadas ao consumo de bebidas alcoólicas tem vindo a aumentar. Estima-se que de um a dois, em cada quatro ou cinco acidentes de viação, estejam directamente relacionados com o consumo de bebidas alcoólicas.


Daniela Botas
baseado no site:http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/2575/

Alcoólicos Anónimos

Alcoólicos Anónimos é uma comunidade de homens e mulheres que partilham entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum e ajudarem outros a se recuperarem do alcoolismo. O único requisito para ser membro é o desejo de parar de beber. Para ser membro de AA não é necessário pagar taxas de admissão nem quotas. Somos auto-suficientes pelas nossas próprias contribuições.


Daniela Botas
baseado no site: http://medicosdeportugal.saude.sapo.pt/action/2/cnt_id/222/

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Origem das anfetaminas



As anfetaminas tiveram origem no isolamento da efedrina , em 1926, que resulta de uma planta chinesa conhecida por efedra. Inicialmente as anfetaminas eram um medicamento para ajudar no tratamento de doenças como a asma, a obesidade e o Parkinson.
Durante a Segunda Guerra Mundial, foram administradas de forma maciça aos soldados para combater a fadiga, reforçar a resistência, elevar o moral e manter o estado de alerta. A droga era cedida a operários fabris japoneses como forma de eliminar a sonolência e embalar o espírito, o que acaba por provocar um aumento de 500 000 viciados neste país no pós-guerra.
Finda a guerra, começaram a ser descobertas as consequências do consumo regular. Como consequência, iniciam-se as tentativas de restrição, nomeadamente no Japão, enquanto que outros países adoptam políticas de tolerância.
Na década de 50, os militares norte americanos em serviço no Japão e Coreia começam a utilizar uma mistura injectável de anfetamina e heroína, à qual chamam speedball.
Quando era uma droga legal, tornou-se muito popular entre os camionistas e entre o pessoal que trabalhava em negócios. Estes grupos que usavam anfetaminas para fins “profissionais”, isto é, com o objectivo de os ajudar a cumprir as suas tarefas, conseguiam manter um rigoroso controlo em relação ao seu consumo. Nos anos 70 começaram a ser muito procuradas pelas classes trabalhadoras mais jovens, tendo-se perdido um pouco do referido controlo. É nesta altura que surgem os chamados "speed freeks", indivíduos que ficam vários dias acordados sob o efeito de anfetaminas, mas com aspecto debilitado devido à redução do apetite.
No contexto do aumento do consumo desta substância, o turismo e a sua massificação desempenham um papel bastante importante, dado que facilitaram aos indivíduos do norte da Europa o acesso a esta droga, a qual era pouco controlada nos países do sul.
A Convenção de Viena em 1971 marcou o aumento do controlo das anfetaminas. Foi nesta altura que foram sendo retirados do mercado os produtos farmacêuticos que continham anfetaminas, chegando mesmo à sua supressão em alguns países. Consequentemente, nos anos 80 floresce o mercado negro de produção ilegal.
Nos últimos anos, o consumo de anfetaminas aumentou significativamente na Europa, principalmente associado à “dance culture”.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Haxixe


Haxixe é o pólen compactado, extraído das flores e das inflorescências femininas da marijuana popularmente conhecida como marijuana. A preparação do haxixe consiste na colheita das plantas, que depois de despidas de folhas e apenas com flores, com posterior maceração. O pólen acumulado durante a maceração pode depois ter a forma de bolas ou tabletes endurecidas de cor castanha, dourada,etc... O haxixe pode ou não ser misturado com o tabaco e fumados na forma de "charros" ou "ganzas", cachimbos, etc. Geralmente tem maior concentração de THC do que no formato natural, as flores, portanto os seus efeitos sobre o organismo humano são muito fortes.
O restante material da planta é utilizado para fazer haxixe de baixa qualidade.
Em certas regiões o haxixe é considerado um presente dos deuses. De facto, diz-se que a planta teve origem quando uma das personalidades de Deus na dessa religião, chegando a um banquete preparado por sua esposa , baba ao ver tantas delícias e de sua saliva surge a planta abençoada.
O haxixe encontra-se difundido principalmente no oriente e norte da África, onde o consumo por parte dos arábes remonta a tempos antigos.Agora a o pólen é um produto muito vendido em todo o mundo.Muitos cantores conhecidos que nós hoje em dia gostamos muito fumam muita maconha e alguns até acabam por morrer mas não só por esse tipo de substãncias.

Francisco monteiro nº9 10ºc

sexta-feira, 27 de março de 2009

Cannabis

A Cannabis é consumida há cerca de dez mil anos, desde a descoberta da agricultura, esta era utilizada para a obtenção de fibras, óleo e sementes de alimento também por suas propriedades alucinogéneas.

A Cannabis é uma planta constituída por várias espécies (Indica, Sativa, Rudelaris e mistas), que variam muito no tipo e concentração de princípios activos. Estão presentes na Cannabis mais de 60 substâncias psicoactivas, entre as quais o THC (Delta9Tetraidrocanabinol), responsável pelos efeitos mais típicos da Cannabis e especialmente das Sativas e o CBN (canabinol), responsável por efeitos mais tranquilizantes das variedades Indica, além do CBD (canabidiol),que reduz a intensidade da experiência e aumenta a sua duração, sendo mais sedativo. Plantas pouco maduras tendem a conter elevada concentração de THC e baixa concentração de CNB e CBD e com o amadurecimento a tendência inverte-se.

Da Cannabis pode-se obter Marijuana (erva, flores da planta), Óleo de Haxixe e Haxixe (resina). Pode ser fumada (charro, cachimbos…), ingerida (bolos, iogurte…) ou inalados os seus vapores (vaporização). As infusões (chás) têm pouco efeito psicoactivo, pois o THC não se dissolve na água.

Efeitos

- Fumada ou vaporizada, os efeitos da Cannabis sentem-se quase de imediato e têm o seu pico cerca de 20 minutos depois, durando a experiência 1 a 4 horas.

- Ingerida, os efeitos demoram 1 a 2 horas a sentir-se, são mais intensos e duradouros (3 a 10h).

Os efeitos da Cannabis dependem não só da substância (dose, misturas, como se toma…), mas também de quem consome (estado de espírito, habituação…) e do ambiente (onde, com quem…)

Os efeitos da Cannabis podem passar por: aumento da sensibilidade aos estímulos visuais, auditivos e sensoriais em geral, mudanças delicadas de pensamento e de expressão; atenção dispersa (facilidade

de abstracção e dificuldade de concentração); criatividade, bem-estar, riso fácil, bom-humor; sensação de relaxamento, boca seca, olhos vermelhos, aumento do apetite, aceleração cardíaca.

Em doses altas, os efeitos anteriores acentuam-se e podem mais facilmente surgir: alteração da noção do tempo; dificuldade momentânea de recordar eventos recentes, nervosismo, ansiedade, pânico, depressão e paranóia…, confusão, cansaço mental.

Consumos continuados podem mais facilmente levar a: aumento da tolerância (precisar de maior dose para os mesmos efeitos); o consumo pode contribuir para a desmotivação e apatia; fumada pode causar problemas ao nível respiratório ( como a bronquite) e para algumas pessoas pode ser difícil deixar de fumar.

In http://check-in.apdes.net/quediz/img/suplemento_info_cannabis.pdf



terça-feira, 24 de março de 2009

Álcool

O álcool é considerado uma droga psicotropica, este actua no sistema nervoso central, isto provoca uma mudança de comportamento do consumidor, e também pode desenvolver uma depêndencia.
Esta é uma das poucas drogas, que tem consumo admitido e muitas vezes insentivado à sociedade, por essas razoes é encarado de forma diferente, comparado com outras drogas. Apesar de ser admitido na sociedade, este quando é consumido em excesso, pode passar a ser um problema.

Com esta ingestão, poderá ter diversos, que aparecem em duas fases explicitas: estimulante e a outra a depressora.

A desinibição, euforia, maior facilidade de falar(, e entre outros) poderam ser nos primeiros minutos após a ingestão do álcool, mas com o passar do tempo sugerem a falta de coordenaçao motora, descontrole e sono. Por vezes o exagero poderá levar a coma.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Cocaína

Efeitos imediatos

Muitos efeitos devem-se à estimulação dos sistemas simpáticos e dopaminérgicos directamente. A cocaína causa danos cerebrais microscópicos significativos com cada dose. Com o início do consumo regular os danos tornam-se irreversíveis.

Os seus efeitos imediatos duram 30-40 minutos. Entre os efeitos descritos da droga no sistema nervoso central estão: Euforia, sensação de poder, ausência de medo e ansiedade, agressividade, excitação física, mental e sexual, anorexia (perda do apetite), insónias, delírios, cardiovasculares, aumento da força e frequência cardíacas, palpitações (sensação do coração a bater rápido contra o peito), hipertensão arterial, vasoconstrição, além de urgência de urinação, tremores, midríase: dilatação da pupila, hiperglicemia, saliva grossa.

domingo, 15 de março de 2009

Sintomas da dependência de anfetaminas


As anfetaminas são drogas estimulantes da actividade do sistema nervoso central, aumentam o estado de alerta e a concentração, diminuem o apetite e melhoram a resistência física. Estas substâncias induzem um estado de bem-estar ou de euforia.
Muitos dos consumidores destas substâncias, estão sob um estado de depressão o que faz com que procurem este tipo de drogas para aliviar a sua “doença”. Mas as anfetaminas também são muito frequentes nos atletas, visto que melhoram a resistência física, e os camionistas também têm tendência a usá-las pois como percorrem grandes distancias, estas podem ajudar a manter a pessoa acordada.
As anfetaminas estimulam o cérebro, aumentam a pressão arterial e a frequência cardíaca. Estas drogas podem provocar ataques cardíacos mortais, inclusive em jovens saudáveis, pode também provocar um acidente vascular cerebral, paralisia ou mesmo a morte se a pressão arterial for demasiado alta, rompendo um vaso sanguíneo no cérebro.
A morte é mais provável quando estas drogas são usadas em locais com temperaturas elevadas e pouca ventilação, quando o consumidor está muito activo fisicamente (por exemplo, dançando rapidamente) ou quando transpira intensamente e não bebe água suficiente para recuperar o líquido perdido.
Os consumidores frequentes destas substâncias, têm tendência a aumentar o consumo de dia para dia, o que vai fazer com que se tornem psicoactivos, pois as anfetaminas podem causar ansiedade intensa, paranóia e uma alteração do sentido da realidade, estas reacções incluem alucinações visuais e auditivas (ver e ouvir coisas que não existem) e sentimentos de omnipotência. As pessoas com doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia, são mais vulneráveis, o que se torna mais perigoso o uso deste tipo de substancias.

quarta-feira, 11 de março de 2009

"Pais demitem-se de responsabilidades" Expresso

O presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT), João Goulão, acusa os pais de se "demitirem das responsabilidades enquanto educadores" ao permitirem que os filhos saiam à noite e bebam em excesso.

Para o presidente do IDT, não faz sentido a ideia de que os progenitores desconhecem o que fazem os filhos: "Os pais têm de saber que os filhos bebem quando saem à noite" e por isso, conclui, estão a "demitir-se das suas responsabilidades enquanto educadores". "Quando saem, muitos jovens bebem álcool e também bebem o juízo", disse João Goulão, em entrevista à agência Lusa.

Além das mazelas directas para a saúde do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, João Goulão lembra que essas noitadas podem terminar em gravidezes não desejadas, no contágio de doenças sexualmente transmissíveis, envolvimento em actos de violência e acidentes de viação.

Os consumidores de álcool apresentam "com mais frequência envolvimento com experimentação e consumo de tabaco e substâncias ilícitas e envolvimento em lutas e situações de violência na escola", alerta o Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool, do IDT, em discussão pública desde Fevereiro.

De acordo com estudos referidos no plano, os jovens começam a beber cada vez mais novos e em cada vez mais quantidades: o início do consumo de álcool está a aumentar entre os 15 e os 17 anos, tendo passado dos 30 por cento em 2001 para os 40 por cento em 2007.

Além disso, os mais novos estão a adoptar perigosos padrões de consumo até agora associados aos povos nórdicos, de "grandes exageros aos fins-de-semana".

Quase metade dos jovens entre os 15 e os 24 anos admitiu ter tido, pelo menos uma vez no último ano, um consumo tipo "binge" (mais de quatro doses de bebida numa só ocasião) e 11,2 por cento dos adolescentes entre os 15 e os 19 anos assumiram "ter-se embriagado no último mês", refere o relatório, citando um estudo nacional.

"Os portugueses estão a adoptar padrões de consumo nórdicos, ou seja, de grandes exageros ao fim-de-semana e quase abstinência durante a semana", afirmou o presidente do IDT.

João Goulão lembrou que os portugueses bebiam "tradicionalmente num contexto de convivialidade": "Quando havia uma reunião de amigos, as pessoas iam conversando, discutindo e bebendo".

"Agora, nesta nova forma de beber, muitas pessoas embebedam-se mesmo antes de ir ter com os amigos. Bebem rapidamente muitas quantidades com o intuito claro de alterar o seu estado de consciência e depois é que vão para a rua. É a nova tendência de beber dos jovens", alertou.

O "binge drinking" é responsável por 27 mil mortes acidentais, dez mil suicídios e dois mil homicídios todos os anos na Europa, refere o relatório do IDT.

"Este tipo de consumo não é exclusivo dos jovens e cerca de 80 milhões de europeus com idade superior a 15 anos disseram ter praticado "binge drinking" pelo menos uma vez por semana, em 2006", lê-se ainda no Plano Nacional para a Redução dos Problemas Ligados ao Álcool.

Com base em estudos internacionais, o documento acrescenta que "cerca de 25 milhões de europeus com mais de 15 anos de idade referem que o "binge" foi o seu padrão habitual de consumo no último mês".

"Embora o consumo médio de álcool tenha vindo a decrescer na UE, a proporção de jovens e jovens adultos com padrões de consumo nocivos cresceu na última década em muitos dos Estados-membros", estando os menores de idade entre os que apresentam padrões mais preocupantes, destaca o documento.

O álcool causa anualmente 195 mil mortes na Europa, sendo a faixa etária entre os 15 e os 29 anos a mais afectada. Para reduzir os consumos, o IDT propôs ao Ministério da Saúde alterar a permissão de venda e consumo de álcool dos actuais 16 para os 18 anos e a "promoção da fiscalização sistemática nos locais de consumo e venda".

in Expresso

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Tratamento da depedência de anfetaminas


No momento em que se interrompe o consumo de uma anfetamina, sucedem sintomas diferentes aos efeitos da droga. O consumidor acha-se cansado e sonolento, um efeito que pode persistir vários dias depois de deixar de tomar a droga, algumas pessoas ficam ansiosas e inquietas.
Os consumidores que andavam deprimidos quando começaram a usar as anfetaminas podem ficar mais deprimidos quando as deixam, podendo se tornar potenciais suicidas, mas pode acontecer que durante vários dias lhes faltem as forças para tentarem suicidar-se. Assim, os consumidores crónicos podem precisar de ser hospitalizados durante o processo de abstinência da droga.

Uma pessoa que sofre delírios e alucinações pode tomar um medicamento antipsicótico, que tem um efeito calmante e alivia o sofrimento. No entanto, um medicamento antipsicótico pode atenuar de forma aguda a pressão arterial. Regularmente, um ambiente tranquilizante e seguro ajuda a pessoa a recuperar.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

LSD - A História

A história do LSD é recente. Começaem 1943, com o químico suíço Dr. Albert Hoffman, que trabalhava para os Laboratórios Sandoz pesquisando derivados do ergot, um fungo que atacava o centeio. Os alcalóides desse fungo já tinham sido isolados alguns anos antes, mas pela primeira vez o químico constatou sua presença em plantas mais elevadas. Acredita-se que os alcalóides sintetizados por Hoffman no fungo do centeio foram responsáveis pelos delírios que acompanhavam os sintomas da peste negra que grassou pela Europa, na Idade Média, quando populações inteiras eram intoxicadas ao comer pão feito com centeio contaminado pelo Claviceps purpúrea. Ao realizar experiências com o ácido dietilamida d-lisérgico, a vigésima quinta substância extraída numa série de testes com o fungo, o Dr. Hoffman absorveu, acidentalmente, através da pele, uma quantidade mínima de droga. Intrigado com os efeitos que experimentou, o cientista deu o nome de LSD-25 à substância, e resolveu fazer novas pesquisas com ela, escrevendo mais tarde um relatório que chamou a atenção do mundo científico para a descoberta de uma droga que podia deflagrar um estado de realidade alterada. No começo da década de 60, o LSD-25 foi empregado experimentalmente em sessões de psicoterapia, principalmente nos Estados Unidos, onde seu uso era legal. Das clínicas e das universidades, a droga espalhou-se para o mundo, transformando-se, junto com a "beatlemania" e a revolução sexual, em símbolos de uma época que, para muitos, representava o início da Era de Aquário.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Anfetaminas

As anfetaminas, este foi o tema pelo qual o nosso grupo resolveu fazer um trabalho, cujo tema principal são as substâncias psicoactivas.



As anfetaminas são drogas que estimulam o sistema nervoso. O consumo destas substâncias faz com que o coração e os sistemas orgânicos funcionem a alta velocidade acelerando assim o batimento cardíaco e a subida da pressão sanguínea, este efeito pode durar até 14 horas. As anfetaminas provocam arrepios sucessivos de sentimentos de confiança e presunção e a respiração torna-se ofegante.
Alguns dos efeitos secundários das anfetaminas são dores de cabeça, palpitações, depressões, fadiga e distracção.
As anfetaminas estão associadas a casos de doping pois aumentam o poder de concentração, estimulam a criatividade e fornecem mais energia ao organismo.
Concluindo o consumo de anfetaminas é ainda ilegal na Europa.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O começo - Niggas da Street

Fazemos parte da turma de Línguas e Humanidades, do 10º ano, e temos como objectivo, dar a conhecer aos jovens, e não só, a história, os efeitos e os perigos das susbstâncias psicoactivas. O temos escolhido pelo nosso grupo, foram os ácidos, sendo que o primeiro a ser tratado, é o LSD.